terça-feira, 2 de dezembro de 2008

terça-feira, 25 de novembro de 2008

SEXO VERBAL - ESTRÉIA


Num casarão, uma festa feita para o amor, para o sexo (libertário). Uma ex-prostituta é a anfitriã.Atores e público são os convidados. Esse é o ambiente do espetáculo SEXO VERBAL, do Núcleo Cênico ProjetoBaZar, que estréia dia 05 de Dezembro de 2008, às 21h, no Casarão do Belvedere (Rua Pedroso, 267 - Bela Vista – São Paulo/SP).
Durante o processo de criação do espetáculo, o escritor Marcus Aurelius Pimenta realizou encontro com o Núcleo Cênico ProjetoBaZar para orientar os estudos e sugerir leituras. Os textos que, após dois anos de pesquisa, estão de alguma forma presentes na dramaturgia final do espetáculo são: Porno Pop Pocket, de Paula Taitelbaum, A Volta da Carmen Miranda, Phoder e Balé, de Marcelino Freire, Cartas ao Amor, de João Silvério Trevisan, Romântica pra cacete e Drive–in, de Tati Bernardi, Terça-feira Gorda, de Caio Fernando Abreu, Aos Pedaços, de Rodrigo Levino e O Diabo e a Terra de Santa Cruz, de Laura de Mello Souza.
FICHA TÉCNICA
Direção: Aurea Karpor
Orientação de Literatura: Marcus Aurélius Pimenta
Elenco: Alexandre Acquiste, Aurea Karpor, Mariana Galeno, Rodolfo Lima, Silvana da Costa Alves
Iluminação: Alexandre Pestana
Trilha Sonora: Régis Frias
Produção: ProjetoBaZar
Figurino: Alexandre Acquiste
Direção Geral do Projeto: Aurea Karpor e Rodolfo Lima
SERVIÇO
De 5 a 13 de Dezembro de 2008
Sextas e Sábados, às 21 horas
Local - Casarão do Belvedere - Rua Pedroso, 267 - Bela Vista (próximo ao metrô São Joaquim)
Informações - (11) 3266-5272
Ingressos - 20 reais (10 reais meia entrada)
Lotação - 50 lugaresDuração - 60 minutos
Recomendação - 18 anos
Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa: Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

terça-feira, 21 de outubro de 2008

minha visão e a visão dele


foto tirada pelo dante, meu eterno companheiro e amor querido!

domingo, 28 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Despertando Primaveras

Continue a andar quando a chuva passar,
as árvores estão mudando de cor.
Vai sentir friu,
mas eu vou te abraçar.
Quase nem dá pra ficar contente.
Eu faço tudo, vou lá no céu.
Se todos tem um vício vc é o meu.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008


Parei de dizer que o sofrimento é mera conseqüência do que já vivi.
Eu estou cansada de pensar!
Simplesmente hoje, um dia como qualquer um, me mostrou que como em todos os outros, as estradas não se movem, as pontes estão sempre lá e o vento sopra sem rumo.
Não adianta, o futuro será sempre incerto, o passado de saudade e o presente pra viver.

sábado, 23 de agosto de 2008

Arte?

Ninguém nunca conseguirá decifrar em palavras o que realmente é.
Talvez ela seja ‘apenas’ como a natureza,
não basta entender é apenas sentir.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

"Acredito no Sol do amanhã depois de acordar
Acredito no chegar da noite após trabalhar
Ele surge depois do Sol nos traz o descansar
Desperta clareza e calma
Faz-me ver tua alma como um anjo em seu lar
Acredito no ser do teu ser
Acredito no ser do amar
Acredito que no teu viver
Eu me vejo em teu olhar"
emerson, mari, erika e françois


um dia, na "Gaúcha" a cidade inspirou uma mesa que assistia futebol.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Angústia

Seus olhos negros ainda não haviam acordado para o dia.
Ela dormia e foi em silêncio que acordou. Sem dizer palavra alguma e com olhos ainda encobertos pelas nuvens dos sonhos observou o marido que permanecia roncando na cama . Quantas recordações a assombravam! Quantas esperanças deitadas e roncando. Lembrou -se de quando ainda era jovem e alegre, não que tivesse envelhecido. Não. Definitivamente não havia envelhecido.
"Não muito"
Havia sonhado com o dia de há dez anos, Com o seu casamento, E percebeu que acordar não é uma coisa muito boa de fazer quando a dor procede ao matrimônio. O marido continuava roncando. Parou então em frente à cama e passou a contemplá-lo : sentou-se na poltrona que ficava ao lado da mesma e cruzando braços e pernas, começou a pensar em como diabos teve coragem de diante de um padre, da Santa Madre Igreja e de Deus, jurar amar aquele desgraçado até que a morte os separasse. Até que a morte... Esta última frase ficou martelando em sua cabeça. Levantou-se. Foi à cozinha e colocou meio litro de água para ferver. Foi ao banheiro e olhando -se no espelho viu que ainda era uma mulher bonita. Saindo viu que a água já estava quase fervendo. Foi ao quarto onde o marido dormia: - Acorda , amor. Tá na hora. Vai se atrasar pro serviço de novo. O café tá quase pronto. Beijou - o na boca então , com a certeza de que aquele pensamentos a atormentariam até o fim. Até que a morte os separasse.

Livro : A Divina Tragicomédia Humana
Autor: Mauro Marcel

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

hj descobri q perto de ti meus joelhos ñ tremem mais.
hj vc finalmente me olhou nos olhos.
hj o tempo passou novamente e eu ñ percebi.
hj ñ irei pra cama pensando q o mundo parou de girar.
hj minhas questões deixaram de ser problemas.
hj seu sorriso me embriagou de outra forma.
hj foi o dia q vc me abraçou e me acalmou.
hj descobri q minha vida é feliz e q somos demasiadamente humanos.

domingo, 3 de agosto de 2008


Um dia eu vou caminhar por esse chão
e dizer com toda razão que ele finalmente é meu.
Pq nessa terra sinto saudades daquilo que não vivi.
Um dia um daqui que vive aí me disse que a saudade do que não volta que é a ruim
e que a boa é aquela daquilo que pode voltar a vir.
Eu canto pra ela todo dia partir
e mesmo assim ela não desiste de mim.
Tenho que aprender a conviver com ela
até o dia de realmente conseguir um porto seguro aí.

sábado, 7 de junho de 2008

Um pé aqui outro lá

Eu não quero voltar
Quero ficar pra sempre ali
No escuro, escondida.
Quero viver assim
Se eu voltar pode ser que não sinta novamente o barulho oco do tumulto e
O choro e a respiração das mulheres urbanas
Que assim como eu sabem que aquele momento acabará.
Reviver e lembrar do tempo que estive lá
Assim será sempre que eu voltar.

“Eu vou cantar pra saudades... e comandar sua festa!”

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Eu gostaria de observar o mundo de fora dele.

"Uma vida nas árvores pode não ser tão absurda para o ser humano como à primeira vista parece."

"Subiu numa planta, no alto da pedra, bem perto daquie ficou por lá."

terça-feira, 18 de março de 2008

Posted by Picasa
gosto de me perder nos devaneios rasteiros.
gosto das inocente criatura que buscam a luz do amanhã.
gosto de ver o dia nascer durante as noites de insônia solitaria que escolhi.
gosto das ruas vazias, do barulho do silencio.
gosto das coisas contraditorias, sem hera nem bera, do vazio da internet.
gosto de ficar assim, esperando chegar o dia de partir.

"a saudade é um sentimento ruim?"

segunda-feira, 3 de março de 2008

seria eu um ser humano normal???
sentimentalista com extrema noção da realidade, ambígua, antagônica, bipolar...
real sonhadora, talvez com ideais não necessários.
tudo parece confuso, perturbado e lindo.

"É a vida minha filha, é a vida..."

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Preparo-me para um momento que demora muito pra chegar,
e quando chegar passará muito rápido.
Eu sei o quanto é difícil lidar com esse tempo...
Tic tac, tic tac!
Eu sempre me pergunto pq a ansiedade faz parte desse processo...
Eu sempre vou me perguntar uma porção de coisas,
só resta saber se sempre vou deduzir as respostas.

Eu ainda acredito que tudo ficará bem!

“A paixão é o mar, parabólica dilatada, estrada que dói.”