quarta-feira, 27 de agosto de 2008


Parei de dizer que o sofrimento é mera conseqüência do que já vivi.
Eu estou cansada de pensar!
Simplesmente hoje, um dia como qualquer um, me mostrou que como em todos os outros, as estradas não se movem, as pontes estão sempre lá e o vento sopra sem rumo.
Não adianta, o futuro será sempre incerto, o passado de saudade e o presente pra viver.

sábado, 23 de agosto de 2008

Arte?

Ninguém nunca conseguirá decifrar em palavras o que realmente é.
Talvez ela seja ‘apenas’ como a natureza,
não basta entender é apenas sentir.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

"Acredito no Sol do amanhã depois de acordar
Acredito no chegar da noite após trabalhar
Ele surge depois do Sol nos traz o descansar
Desperta clareza e calma
Faz-me ver tua alma como um anjo em seu lar
Acredito no ser do teu ser
Acredito no ser do amar
Acredito que no teu viver
Eu me vejo em teu olhar"
emerson, mari, erika e françois


um dia, na "Gaúcha" a cidade inspirou uma mesa que assistia futebol.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Angústia

Seus olhos negros ainda não haviam acordado para o dia.
Ela dormia e foi em silêncio que acordou. Sem dizer palavra alguma e com olhos ainda encobertos pelas nuvens dos sonhos observou o marido que permanecia roncando na cama . Quantas recordações a assombravam! Quantas esperanças deitadas e roncando. Lembrou -se de quando ainda era jovem e alegre, não que tivesse envelhecido. Não. Definitivamente não havia envelhecido.
"Não muito"
Havia sonhado com o dia de há dez anos, Com o seu casamento, E percebeu que acordar não é uma coisa muito boa de fazer quando a dor procede ao matrimônio. O marido continuava roncando. Parou então em frente à cama e passou a contemplá-lo : sentou-se na poltrona que ficava ao lado da mesma e cruzando braços e pernas, começou a pensar em como diabos teve coragem de diante de um padre, da Santa Madre Igreja e de Deus, jurar amar aquele desgraçado até que a morte os separasse. Até que a morte... Esta última frase ficou martelando em sua cabeça. Levantou-se. Foi à cozinha e colocou meio litro de água para ferver. Foi ao banheiro e olhando -se no espelho viu que ainda era uma mulher bonita. Saindo viu que a água já estava quase fervendo. Foi ao quarto onde o marido dormia: - Acorda , amor. Tá na hora. Vai se atrasar pro serviço de novo. O café tá quase pronto. Beijou - o na boca então , com a certeza de que aquele pensamentos a atormentariam até o fim. Até que a morte os separasse.

Livro : A Divina Tragicomédia Humana
Autor: Mauro Marcel

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

hj descobri q perto de ti meus joelhos ñ tremem mais.
hj vc finalmente me olhou nos olhos.
hj o tempo passou novamente e eu ñ percebi.
hj ñ irei pra cama pensando q o mundo parou de girar.
hj minhas questões deixaram de ser problemas.
hj seu sorriso me embriagou de outra forma.
hj foi o dia q vc me abraçou e me acalmou.
hj descobri q minha vida é feliz e q somos demasiadamente humanos.

domingo, 3 de agosto de 2008


Um dia eu vou caminhar por esse chão
e dizer com toda razão que ele finalmente é meu.
Pq nessa terra sinto saudades daquilo que não vivi.
Um dia um daqui que vive aí me disse que a saudade do que não volta que é a ruim
e que a boa é aquela daquilo que pode voltar a vir.
Eu canto pra ela todo dia partir
e mesmo assim ela não desiste de mim.
Tenho que aprender a conviver com ela
até o dia de realmente conseguir um porto seguro aí.