Enquanto todos distraídos da atenção estavam, aos poucos aquele som sórdido criava uma onda que a cada sopro aumentava.
Aquele som que já fôra por vezes espalhado para demonstrar outras questões.
Aquele som, que no meio do nada triunfava e no desencaixe se fez perceber de forma incontrolável.
Vi sorriso naqueles que estavam por ali. Vi desgosto em poucos.
E o som... O som... Foi tomando proporções em minutos infinitos. E derrepente minguando junto com os ideais comprometidos, individuais, iguais.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Aquele Tó no meio dos escombros
Eu vi menino, eu vi
Que no entrelaçar das palavras e suas magníficas concordâncias somos parecidos.
Eu vi menino eu vi
Que todo começo é árduo e que seu trabalho perfeito e sublime tem cacos pisados.
Eu vi menino, eu vi
Que a experiência e excelência é uma conquista sem méritos
Eu vi menino que seus olhos claros e palavras sussintas transmitem o caminho a perseguir.
Eu vi menino
Eu vi tudo sim
Em seus pequenos gestos sua cabeça pulsando a vertigem dos outros.
Eu vi menino seus pequeninos olhos azuis contando tudo aquilo sofrido em conjunto com os seus.
Eu vi menino, eu vi tudo sim.
Que no entrelaçar das palavras e suas magníficas concordâncias somos parecidos.
Eu vi menino eu vi
Que todo começo é árduo e que seu trabalho perfeito e sublime tem cacos pisados.
Eu vi menino, eu vi
Que a experiência e excelência é uma conquista sem méritos
Eu vi menino que seus olhos claros e palavras sussintas transmitem o caminho a perseguir.
Eu vi menino
Eu vi tudo sim
Em seus pequenos gestos sua cabeça pulsando a vertigem dos outros.
Eu vi menino seus pequeninos olhos azuis contando tudo aquilo sofrido em conjunto com os seus.
Eu vi menino, eu vi tudo sim.
Desabafos
Ainda não sou suficiente. Não sei se ainda serei.
Diga o que devo fazer porque as metáforas as vezes são indecifráveis.
Peça o meu silêncio ou escolha não dizer para que não escute além do que quer perceber.
Peça meu silêncio e tente se fazer escutar.
Nao faça de mim uma válvula dos seus escapes.
Tira da sua consciência esse peso e esclareça que ele não se transfirará.
Eu tento mas não posso ajudar.
Diga o que devo fazer porque as metáforas as vezes são indecifráveis.
Peça o meu silêncio ou escolha não dizer para que não escute além do que quer perceber.
Peça meu silêncio e tente se fazer escutar.
Nao faça de mim uma válvula dos seus escapes.
Tira da sua consciência esse peso e esclareça que ele não se transfirará.
Eu tento mas não posso ajudar.
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